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Fonte: Folha de S.Paulo

Um novo estudo traz mais evidências mostrando que os médicos devem ser extremamente cuidadosos ao realizar um procedimento comum para a remoção do útero por causa do risco de disseminar um câncer.

A operação usa um equipamento para cortar o tecido uterino em pedaços antes de removê-lo por meio de pequenas incisões durante uma cirurgia minimamente invasiva. A técnica, chamada de morcelação elétrica, também é usada para remover tumores fibrosos.

Relatórios recentes indicaram que equipamento cortou tumores que nem elas ou seus médicos sabiam que existiam, o que causou o espalhamento de células cancerosas no abdome.

Agora, uma nova pesquisa publicada na revista médica “Jama” aponta que tumores não identificados em mulheres que passaram pela cirurgia de remoção de útero, chamada histerectomia, são mais comuns do que se pensava. A conclusão pode levar à limitação da morcelação.

A FDA (agência que regula medicamentos e equipamentos médicos nos EUA) disse em abril que a morcelação deveria ser desencorajada e, neste mês, fez reuniões para avaliar o procedimento.

O estudo analisou um banco de dados que incluía 15% de todas as internações do país entre 2006 e 2012. Os pesquisadores encontraram 232 mil casos de mulheres que retiraram o útero 36 mil delas passaram pela morcelação. A conclusão é que uma em cada 368 mulheres que fez a cirurgia tinha um câncer que só foi detectado mais tarde.

Fonte: Portal G1

Próteses têm detalhes como pelos, veias e tatuagens.
Para empresa Stamos+Braun Prothesenwerk, cada prótese é ‘obra de arte’.

Uma empresa alemã, inaugurada este ano, se especializou na criação de próteses de silicone ultrarrealistas. Entre as produtos desenvolvidos pela Stamos + Braun Prothesenwerk estão braços, pernas, dedos, mãos e pés.

O nível de detalhamento é tão grande que as próteses têm pelos, veias e tatuagens. As próteses de braço, além de restaurarem a forma original do membro, também são capazes de realizar o movimento de abrir e fechar as mãos.

“Aqui, cada prótese é uma pequena obra de arte que fascina em particular pela combinação individual de formato e cores naturais”, diz a apresentação da empresa.

Fonte: O Globo

Fazer palavras cruzadas — hábito comum na terceira idade — pode ser mais que um simples passatempo. Um estudo apresentado ontem na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, em Copenhague, revelou que praticar jogos de memória, que também incluem cartas, quebra-cabeças, damas ou xadrez, é um excelente exercício para o cérebro e ajuda a retardar ou até inibir o início dos sintomas da doença neurológica.

De acordo com cientistas americanos do Instituto do Alzheimer de YVisconsin, autores da pesquisa, isso ocorre porque pessoas que passam mais tempo em atividades estimulantes para o cérebro podem ajudar a preservar as estruturas vulneráveis do órgão e as funções cognitivas.

Os pesquisadores examinaram 329 pessoas com idade média de 60 anos consideradas saudáveis, mas em maior risco de desenvolver a doença por conta da herança genética. Todos os participantes foram submetidos a uma bateria de testes, que incluiu mapeamento do cérebro e avaliações cognitivas. Os cientistas perguntaram com que freqüência praticavam atividades como leitura de livros, visitas a museus, jogos de cartas ou que-bra-cabeças.

Após cruzar os resultados, os pesquisadores puderam constatar claramente que as pessoas que relataram jogar palavras cruzadas, cartas, damas, ou quebra-cabeças apresentavam maior volume de atividade cerebral nas regiões do órgão diretamente envolvidas com o Alzheimer. Além disso, esse grupo teve pontuação mais alta em testes cognitivos.

Os cientistas, no entanto, são cautelosos quanto a esse último resultado. Em entrevista ao jornal inglês “The Guardian” a médica Laura Phipps, responsável pela divulgação do estudo, afirmou que a pesquisa serve mais para entender como a doença ataca a memória do que criar um modelo de prevenção:

— Estudos feitos com base em observações como esse não são capazes de identificar a causa e o efeito do Alzheimer, mas podem ser úteis para a sinalização de fatores que podem influenciar o risco de declínio da memória e demência

Outros estudos já mostraram que manter o cérebro ativo, por exemplo por meio da leitura, é uma forma de evitar danos ao longo do tempo. O que a pesquisa de agora faz é trazer mais dados ao debate, segundo cientistas.