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Mitos e Verdades sobre Diabetes

19 de setembro de 2017

Fonte: Brasil Fashion News

Sabe-se que o diabetes está ligado ao excesso de glicose no sangue, que as pessoas que têm a doença devem evitar consumir excesso de açúcares e carboidratos, e que muitos pacientes fazem uso diário de medicamentos orais ou de insulina para o controle dos níveis de glicose.

Mas será que há informações importantes sobre a doença que ainda não se conhece ou que não se entende muito bem? De acordo com a endocrinologista Dhianah Santini, há pelo menos cinco fatos sobre diabetes que precisam ser esclarecidos. Entenda melhor alguns deles:

1. Diabetes não tem cura: VERDADE – Há quem confunda o controle do diabetes com a cura da doença. De acordo com o conhecimento médico atual, não há tratamentos aprovados clinicamente que garantam a cura do diabetes. Contudo, realizando o controle dos níveis de glicose, seguindo os tratamentos indicados, e consultando um médico regularmente, o paciente pode viver muito bem com a doença.

2. Diabetes é doença de idoso: MITO – O diabetes é uma doença crônica com dois tipos mais frequentes. O tipo 1 é caracterizado por um defeito imunológico que reduz a produção de insulina pelo pâncreas. O diagnóstico costuma ser realizado durante a infância e a adolescência, e corresponde a 5% – 10% dos casos. Já no tipo 2, que está relacionado a quase 90% dos diagnóstico, o pâncreas produz insulina, mas sua ação está comprometida nas células musculares e adiposas. Por estar relacionado a excesso de peso, sedentarismo e histórico familiar, o diabetes tipo 2 pode ser evitado – o que não acontece no tipo 1 – e é geralmente diagnosticado em pacientes adultos.

3. A doença cardiovascular no diabético mata mais que HIV, tuberculose e câncer de mama na população mundial: VERDADE – Problemas nos olhos, feridas nos pés que não cicatrizam, mau funcionamento dos rins e neuropatia diabética (caracterizada pela alteração da sensibilidade em partes do corpo) são as complicações mais faladas sobre a doença, sendo que as doenças cardiovasculares, são as que mais matam. As complicações no coração estão relacionadas ao diabetes porque o alto índice de glicose gera alterações nos vasos sanguíneos que levam à sua obstrução, afetando a condução do oxigênio que chega aos tecidos do corpo.

4. Mau funcionamento dos rins e cegueira são as únicas complicações do diabetes: MITO – Quando o diabetes não é controlado e ocasiona obstruções em pequenos vasos (complicações microvasculares) pode ocasionar lesões na visão, no rim e neuropatias. Já nos grandes vasos do corpo (complicações macrovasculares), o diabetes pode causar AVC (acidente vascular cerebral), doença arterial periférica ou doença arterial coronariana isquêmica. Atualmente, até 80% dos pacientes com diabetes tipo 2 morrem em decorrência de problemas cardiovasculares, embora apenas 56% dos pacientes com diabetes reconheça as doenças cardíacas como consequências mais relevantes do diabetes.

5. Diabéticos podem sofrer infarto sem sentir dor: VERDADE – embora relacionada aos pequenos vasos, a neuropatia torna as manifestações cardiovasculares atípicas no paciente com diabetes, que pode sofrer um infarto sem sentir dor e, até mesmo, apresentar um eletrocardiograma normal.

“Em vez de sentir dor no peito irradiando para o braço, como é mais comum, o paciente pode sentir apenas um mal estar, ou uma dor abdominal seguida de enjoo ou vômito. Por isso é tão importante que todo paciente diabético passe pelo médico em busca de uma avaliação completa, rastreando o máximo de possibilidades de doenças cardiovasculares, de maneira preventiva”, reforça a endocrinologista Dhianah Santini.
Referências

Sociedade Brasileira do Diabetes. Disponível em: http://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/tipos-de-diabetes, acesso em 29/08/2017.

G1

Grupo da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, descobriram que objeto era possivelmente uma tábua trigonométrica, usada por ancestrais para calcular como construir palácios, templos e canais.

Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, descobriram que um objeto de argila de 3.700 anos é, na verdade, uma tábua trigonométrica, a mais antiga escritura matemática para calcular como construir palácios, templos e canais.

A nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (24) mostra que os babilônios foram mais rápidos que os gregos para a invenção da trigonometria (estudo dos triângulos). Eles teriam chegado mil anos mais cedo, de acordo com os cientistas, o que revela uma antiga sofisticação matemática escondida até agora.

Conhecida como Plimptom 322, a pequena tábua foi descoberta no início do século XX no sul do Iraque pelo arqueólogo Edgar Banks — ele inspirou o personagem do cinema Indiana Jones. A relíquia tem quatro colunas e 15 linhas de números.

“Plimpton 322 confundiu os matemáticos durante mais de 70 anos, já que contém um padrão especial de números chamados de triplos pitagóricos”, disse Daniel Mansfield, do Curso de Matemática e Estatística da Faculdade de Ciências da Universidade de Nova Gales do Sul.

“O grande mistério, até agora, era o seu propósito — por que os escritores antigos realizavam a tarefa complexa de gerar e classificar os números na tabela”, completou.

Uma tabela trigonométrica permite descobrir o tamanho dos lados de um triângulo retângulo (com um ângulo de 90º) por meio de cálculos e regras. O astrônomo grego Hiparco, que viveu cerca de 120 a.C., é considerado o pai desta área.

“A Plimptom 233 existiu antes de Hiparco em mais de mil anos”, disse Norman Wildberger, professor associado a Mansfield. “Isso abre novas possibilidades não apenas para a pesquisa matemática moderna, mas também para a educação matemática”.

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3 de junho de 2014