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Fonte: RCM Pharma

Uma dieta altamente proteica pode ser tão perigosa quanto fumar 20 cigarros por dia, segundo um novo estudo publicado por investigadores da Universidade da Califórnia do Sul, avança o Diário Digital.

No trabalho, publicado na revista Cell Metabolism, os investigadores verificaram que aqueles que consomem elevados níveis de proteína de origem animal, tal como carne, leite e queijo, durante a idade adulta, têm um risco elevado de sofrer de cancro, quando comparado com aqueles que têm um regime menos proteico. A taxa de mortalidade é equivalente aos fumadores, segundo os cientistas.

O estudo teve como base 6.318 adultos com mais de 50 anos e foi conduzido ao longo de duas décadas. Verificou-se que aqueles que consumiam uma dieta rica à base de proteínas animais, definido como mais de 20% das calorias diárias, eram 74% mais propensos a morrer prematuramente do que aqueles que ingeriam menos proteínas animais.

Uma dieta altamente proteica constitui um risco elevado para quem tem mais de 50 anos. Contudo, verificou-se que o mesmo não se observa acima dos 65 anos.

Rasgo de raiva eleva risco de enfarte e AVC
Fonte: RCM Pharma

Ter um ataque de raiva pode elevar o risco de sofrer um enfarte ou um AVC, revela uma nova pesquisa. Segundo os autores do estudo, rasgos de fúria podem funcionar como um “gatilho” para tais episódios, avança o Diário Digital.

Os cientistas identificaram as duas horas subsequentes a uma explosão de cólera como as de maior risco para a saúde de um indivíduo.

Mas os responsáveis pelo estudo alegam que mais pesquisas são necessárias para entender como funciona essa conexão e descobrir se estratégias para desanuviar o stress podem evitar tais complicações.

Pessoas que já tenham histórico de doenças cardíacas também apresentam maior risco de saúde caso passem por episódios de descontrolo emocional, afirmou o estudo americano, publicado na revista científica European Heart Journal.

Nas duas horas imediatamente subsequentes ao ataque de raiva, o risco de uma paragem cardíaca aumentou cinco vezes e o de AVC mais de três vezes, identificou o estudo, baseado em nove pesquisas diferentes.

O estudo foi feito a partir da análise de dados de milhares de pessoas.

Investigadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard afirmaram que o risco de um ataque de raiva na população comum é relativamente baixo – a hipótese de um indivíduo sofrer uma paragem cardíaca atinge uma a cada 10 mil pessoas com baixo risco cardiovascular que tenham rasgos de fúria uma vez por mês. Para pessoas com elevado risco cardiovascular, o risco aumenta para quatro em cada 10 mil.

Mas, segundo os cientistas, o risco é acumulativo, o que significa que indivíduos com temperamento explosivo têm uma maior probabilidade de sofrer de tais problemas.

Na avaliação da investigadora Elizabeth Mostofsky e a sua equipa, responsáveis pelo estudo, cinco ataques de raiva podem resultar em 158 paragens cardíacas por 10 mil pessoas com baixo risco cardiovascular por ano, aumentando para 657 as paragens cardíacas por 10 mil pessoas com elevado risco cardiovascular.

Segundo ela, “embora o risco de sofrer um ataque cardíaco após uma explosão de raiva é relativamente baixo, o risco pode acumular dependendo do número de episódios em que o indivíduo perca o controlo”.

Ainda não está claro, no entanto, por que é que a raiva pode ser perigosa – os cientistas destacam que os resultados não necessariamente indicam que a cólera causa problemas cardíacos e de circulação.