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Nos olhos, o médico pode avaliar as artérias, veias e os nervos. Hipertensão e diabetes podem ser vistas através dos olhos.

Por G1, São Paulo

O exame de fundo de olho pode identificar diversos problemas de saúde. Nos olhos, o médico pode avaliar as artérias, veias e os nervos. Qualquer doença que atinge essas partes, em tese, pode ser identificada no exame. O Bem Estar conversou sobre o assunto com o oftalmologista Emerson Castro e o cardiologista e consultor Roberto Kalil.

As doenças que são vistas pelos olhos são:
– Doenças infecciosas: sífilis, aids, toxoplasmose
– Doenças do sangue: leucemia, linfoma
– Doenças crônicas: hipertensão, diabetes
– Doenças neurológicas: tumor na cabeça
– Doenças dos olhos: glaucoma, degeneração da retina

O diagnóstico do diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários Álvaro Salgueiro Filho foi revelado através dos olhos. “Descobri que tinha problemas de pressão, colesterol alterado e meu sangue era muito grosso”. As doenças podem ser descobertas por causa dos vasos dos olhos. Um olho saudável possui vasos íntegros, sem alteração. Apesar de ser um exame de rotina oftalmológico, Álvaro teve o fundo do olho avaliado a pedido do cardiologista.

Hipertensão e diabetes

Diabetes e hipertensão são vistas pelos olhos quando a doença está descompensada. Se chegou aos olhos é porque o quadro está avançado, por isso o exame de fundo de olho não é para diagnóstico, mas para acompanhamento clínico.
Na maioria das vezes, o paciente não tem sintomas, porque são doenças silenciosas. Os sintomas aparecem quando as doenças estão mais avançadas, pode ter visão embaçada, dor de cabeça e nos olhos. Além disso, o exame pode avaliar o risco de um acidente vascular.

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Reumatologia em Debate

19 de setembro de 2017

Fonte: Diário Catarinense Online

Com o objetivo de avançar na divulgação e ampliar o conhecimento técnico e científico sobre estudos, tratamentos e diagnósticos a respeito das mais de 120 doenças reumatológicas, Florianópolis sedia, após três décadas, a 34ª edição do Congresso Brasileiro de Reumatologia. Participam desse importante evento pelo menos 2,3 mil médicos de várias partes do Brasil, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Israel.

A reumatologia é uma das áreas que mais avança na medicina. Em todo o mundo, inúmeras pesquisas estão sendo realizadas em diferentes campos relacionados às doenças autoimunes, como forma de diminuir a gravidade e o impacto na qualidade de vida dos pacientes.
De acordo com o Ministério da Saúde, essas doenças atingem pelo menos 15 milhões de brasileiros e não escolhem sexo, idade e nem condição social, tendo ganhado, nos últimos anos, grande visibilidade quando personagens do meio televisivo, artístico e esportivo declararam serem portadores de doenças autoimunes.

O congresso tem a participação aberta a médicos de várias especialidades. Um dos incentivos são os avanços das terapias imunobiológicas, que serão apresentados no evento, que inclui drogas indicadas para o tratamento da psoríase cutânea, doença tratada por dermatologistas, e, também, medicamentos modernos e de grande eficiência para o tratamento da osteoporose grave, patologia tratada principalmente por reumatologistas, clínicos, ginecologistas e ortopedistas. Outros profissionais que têm papel importante no processo de identificação das doenças reumatológicas são os da área da clínica médica e medicina da família. São estes que, muitas vezes, têm o primeiro contato com o paciente.

O 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia, em Florianópolis, reforça o compromisso da Sociedade Brasileira de Reumatologia e de seus médicos associados em ampliar o conhecimento sobre as doenças autoimunes, firmando um esforço coletivo para evitarmos que essas doenças possam impactar no agravamento do quadro da saúde pública do país.

*Ivanio Pereira é reumatologist e presidente do 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia

Mitos e Verdades sobre Diabetes

19 de setembro de 2017

Fonte: Brasil Fashion News

Sabe-se que o diabetes está ligado ao excesso de glicose no sangue, que as pessoas que têm a doença devem evitar consumir excesso de açúcares e carboidratos, e que muitos pacientes fazem uso diário de medicamentos orais ou de insulina para o controle dos níveis de glicose.

Mas será que há informações importantes sobre a doença que ainda não se conhece ou que não se entende muito bem? De acordo com a endocrinologista Dhianah Santini, há pelo menos cinco fatos sobre diabetes que precisam ser esclarecidos. Entenda melhor alguns deles:

1. Diabetes não tem cura: VERDADE – Há quem confunda o controle do diabetes com a cura da doença. De acordo com o conhecimento médico atual, não há tratamentos aprovados clinicamente que garantam a cura do diabetes. Contudo, realizando o controle dos níveis de glicose, seguindo os tratamentos indicados, e consultando um médico regularmente, o paciente pode viver muito bem com a doença.

2. Diabetes é doença de idoso: MITO – O diabetes é uma doença crônica com dois tipos mais frequentes. O tipo 1 é caracterizado por um defeito imunológico que reduz a produção de insulina pelo pâncreas. O diagnóstico costuma ser realizado durante a infância e a adolescência, e corresponde a 5% – 10% dos casos. Já no tipo 2, que está relacionado a quase 90% dos diagnóstico, o pâncreas produz insulina, mas sua ação está comprometida nas células musculares e adiposas. Por estar relacionado a excesso de peso, sedentarismo e histórico familiar, o diabetes tipo 2 pode ser evitado – o que não acontece no tipo 1 – e é geralmente diagnosticado em pacientes adultos.

3. A doença cardiovascular no diabético mata mais que HIV, tuberculose e câncer de mama na população mundial: VERDADE – Problemas nos olhos, feridas nos pés que não cicatrizam, mau funcionamento dos rins e neuropatia diabética (caracterizada pela alteração da sensibilidade em partes do corpo) são as complicações mais faladas sobre a doença, sendo que as doenças cardiovasculares, são as que mais matam. As complicações no coração estão relacionadas ao diabetes porque o alto índice de glicose gera alterações nos vasos sanguíneos que levam à sua obstrução, afetando a condução do oxigênio que chega aos tecidos do corpo.

4. Mau funcionamento dos rins e cegueira são as únicas complicações do diabetes: MITO – Quando o diabetes não é controlado e ocasiona obstruções em pequenos vasos (complicações microvasculares) pode ocasionar lesões na visão, no rim e neuropatias. Já nos grandes vasos do corpo (complicações macrovasculares), o diabetes pode causar AVC (acidente vascular cerebral), doença arterial periférica ou doença arterial coronariana isquêmica. Atualmente, até 80% dos pacientes com diabetes tipo 2 morrem em decorrência de problemas cardiovasculares, embora apenas 56% dos pacientes com diabetes reconheça as doenças cardíacas como consequências mais relevantes do diabetes.

5. Diabéticos podem sofrer infarto sem sentir dor: VERDADE – embora relacionada aos pequenos vasos, a neuropatia torna as manifestações cardiovasculares atípicas no paciente com diabetes, que pode sofrer um infarto sem sentir dor e, até mesmo, apresentar um eletrocardiograma normal.

“Em vez de sentir dor no peito irradiando para o braço, como é mais comum, o paciente pode sentir apenas um mal estar, ou uma dor abdominal seguida de enjoo ou vômito. Por isso é tão importante que todo paciente diabético passe pelo médico em busca de uma avaliação completa, rastreando o máximo de possibilidades de doenças cardiovasculares, de maneira preventiva”, reforça a endocrinologista Dhianah Santini.
Referências

Sociedade Brasileira do Diabetes. Disponível em: http://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/tipos-de-diabetes, acesso em 29/08/2017.