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G1

Grupo da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, descobriram que objeto era possivelmente uma tábua trigonométrica, usada por ancestrais para calcular como construir palácios, templos e canais.

Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, descobriram que um objeto de argila de 3.700 anos é, na verdade, uma tábua trigonométrica, a mais antiga escritura matemática para calcular como construir palácios, templos e canais.

A nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (24) mostra que os babilônios foram mais rápidos que os gregos para a invenção da trigonometria (estudo dos triângulos). Eles teriam chegado mil anos mais cedo, de acordo com os cientistas, o que revela uma antiga sofisticação matemática escondida até agora.

Conhecida como Plimptom 322, a pequena tábua foi descoberta no início do século XX no sul do Iraque pelo arqueólogo Edgar Banks — ele inspirou o personagem do cinema Indiana Jones. A relíquia tem quatro colunas e 15 linhas de números.

“Plimpton 322 confundiu os matemáticos durante mais de 70 anos, já que contém um padrão especial de números chamados de triplos pitagóricos”, disse Daniel Mansfield, do Curso de Matemática e Estatística da Faculdade de Ciências da Universidade de Nova Gales do Sul.

“O grande mistério, até agora, era o seu propósito — por que os escritores antigos realizavam a tarefa complexa de gerar e classificar os números na tabela”, completou.

Uma tabela trigonométrica permite descobrir o tamanho dos lados de um triângulo retângulo (com um ângulo de 90º) por meio de cálculos e regras. O astrônomo grego Hiparco, que viveu cerca de 120 a.C., é considerado o pai desta área.

“A Plimptom 233 existiu antes de Hiparco em mais de mil anos”, disse Norman Wildberger, professor associado a Mansfield. “Isso abre novas possibilidades não apenas para a pesquisa matemática moderna, mas também para a educação matemática”.

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Carlos Nascimento (com informações da Anvisa)
Departamento de Comunicação CRF-SP

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou dois novos medicamentos, um para tratamento da asma, indicado quando a doença atinge estado grave em adultos, e outro para a depressão, para o transtorno depressivo maior (TDM) em adultos.

O medicamento Nucala® (mepolizumabe), inédito no Brasil, é indicado como tratamento complementar de manutenção da asma eosinofílica grave em pacientes adultos e foi aprovado pela Anvisa na segunda-feira (21). Esse tipo de doença acontece em pessoas que têm um tipo de glóbulo branco, chamado eosinófilos, no sangue e nos pulmões.

O medicamento bloqueia uma proteína chamada interleucina-5. Ao bloquear a ação dessa proteína, limita a produção de mais eosinófilos pela medula óssea e diminui o número de eosinófilos na corrente sanguínea e nos pulmões.
Já o VIIBRYD® (cloridrato de vilazodona) é um novo tratamento para a depressão que deve chegar ao mercado nos próximos meses. O medicamento estará disponível na forma de comprimidos, nas concentrações de 10mg, 20mg e 40mg. O produto é indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior (TDM) em adultos.

Segundo o conhecimento médico atual, uma das causas da depressão seria a neurotransmissão deficiente nas sinapses centrais da serotonina (5-HT). Por isso, um agente que aumenta a transmissão de 5-HT seria um eficaz antidepressivo. A vilazodona é um inibidor seletivo da recaptação da serotonina (ISRS) e um agonista parcial dos receptores serotoninérgicos 5-HT1A, o que justifica o seu desenvolvimento para o tratamento do transtorno depressivo maior.

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Noticias do Setor Farmacêutico

1 de setembro de 2017

Instituto aponta alto risco de lesões agudas associado ao uso de anticoagulantes orais.

Departamento de Comunicação CRF-SP
(Fonte: Raissa Carolina Fonseca Cândido/ISMP)

O Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos dos Estados Unidos (ISMP) divulgou uma análise com 1,2 milhão de relatos de eventos adversos reportados ao US Food and Drug Administration (FDA) durante o ano de 2016, e observou que os anticoagulantes estão entre os principais responsáveis por um grande número de danos graves e óbitos relacionados a medicamentos nos Estados Unidos.
Diante disso, o instituto examinou o alto risco de lesões agudas associado ao uso de anticoagulantes orais e elaborou cinco medidas práticas para o que FDA, a indústria farmacêutica e os profissionais de saúde contribuam para aumentar a segurança no uso desses medicamentos:

1. Garantir a ampla disponibilidade de antídotos para reverter sangramentos causados por anticoagulantes orais diretos.

2. Estabelecer diretrizes para terapia combinada com agentes antiplaquetários (ex.: aspirina, clopidogrel) e anticoagulantes orais, especialmente em pacientes idosos. A combinação de vários agentes antitrombóticos aumenta o risco de sangramento e pouca informação está disponível para orientar quando esta terapia oferece benefícios suficientes que superam os riscos aumentados.

3. Reavaliar a adequação das doses de rivaroxabana uma vez por dia em comparação com anticoagulantes semelhantes com um esquema de dosagem melhor adaptado ao tempo de meia-vida do fármaco. Embora os resultados dos ensaios clínicos para o rivaroxabana sugerem riscos e benefícios semelhantes à varfarina, é provável que o aumento na segurança seja com doses duas vezes ao dia.

4. Fornecer o “tempo em intervalo terapêutico” (TTR, em inglês “Therapeutic Time Range”) para dabigatrana para identificar pacientes com anticoagulação sub-ótima ou excessiva. Um fármaco com grande variabilidade no efeito anticoagulante em uma mesma dose, precisa de um método de teste recomendado para identificar aqueles pacientes com uma dose fora do intervalo terapêutico.

5. Tomar medidas para garantir que a facilidade de uso dos anticoagulantes orais diretos não resulte em uso excessivo desses medicamentos, especialmente em pacientes com fibrilação atrial com menor risco de AVC isquêmico e em pacientes idosos com maiores riscos de sangramento.

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